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Educação inclusiva no Brasil

Recife | Graças
08/07/2013 às 09:35
JanguieDinizNovo

Por: Janguiê Diniz – Fundador e Acionista Majoritário do Grupo Ser Educacional


Antes de falarmos sobre a educação inclusiva no Brasil, faz-se necessário esclarecer que educação inclusiva não deve ser confundida com educação especial, porém, a segunda está inclusa na primeira.
A educação inclusiva remete a diversidade inerente ao ser humano. Pela individualidade de cada ser, ela busca perceber e atender as necessidades educativas de todos os alunos, em salas de aulas comuns, através de um sistema regular de ensino. Em outras palavras, a educação inclusiva é a forma de promover a aprendizagem e o desenvolvimento de todos.
Infelizmente, as desigualdades sociais no Brasil – e não são poucas - afetam diretamente as condições de acesso à educação no país e quase todos os indicadores educacionais brasileiros comprovam este fato. Basta saber que, de acordo com dados divulgados recentemente pela ONG Todos Pela Educação, o Brasil tem 3,6 milhões de crianças e adolescentes fora da escola. Esse número representa cerca de 8% das crianças e adolescentes em idade escolar.
A educação inclusiva é um dos maiores desafios do sistema educacional. Desafio porque não basta apenas disponibilizar vagas nas escolas. A presença do aluno é apenas o primeiro passo e significa apenas que o aluno está na escola. Contudo, a presença não é suficiente, ele precisa participar das atividades escolares e assimilar conhecimentos. Portanto, inclusão significa o aluno estar na escola, participando, aprendendo e desenvolvendo suas potencialidades.
Considerando esses pontos, muitos países promovem o acesso à escola sem garantir a qualidade de ensino necessária para a educação inclusiva. Não é incomum a falta de capacitação dos professores, a falta de livros e material didático, além do  curto período de tempo letivo. Todos esses são, com certeza, fatores que contribuem para o aumento das probabilidades de que as crianças abandonem as escolas ou que simplesmente não aprendam.
Para conquistar uma educação inclusiva eficiente, é preciso determinar quem são as crianças excluídas e porque não estão escolarizadas. Com esses dados em mãos é possível elaborar estratégias e fazer com que os jovens prossigam seus estudos. Entretanto, é imprescindível a aplicação de políticas públicas e medidas práticas que debatam a exclusão escolar.
Nunca é pouco lembrar que a educação é um direito e responsabilidade de todos. É preciso que se cobre melhores condições na educação básica. É preciso promover políticas que garantam a escolarização dos excluídos, além de programas e práticas que permitam às crianças conseguirem bons resultados.

Antes de falarmos sobre a educação inclusiva no Brasil, faz-se necessário esclarecer que educação inclusiva não deve ser confundida com educação especial, porém, a segunda está inclusa na primeira.

 

A educação inclusiva remete a diversidade inerente ao ser humano. Pela individualidade de cada ser, ela busca perceber e atender as necessidades educativas de todos os alunos, em salas de aulas comuns, através de um sistema regular de ensino. Em outras palavras, a educação inclusiva é a forma de promover a aprendizagem e o desenvolvimento de todos.

Infelizmente, as desigualdades sociais no Brasil – e não são poucas - afetam diretamente as condições de acesso à educação no país e quase todos os indicadores educacionais brasileiros comprovam este fato. Basta saber que, de acordo com dados divulgados recentemente pela ONG Todos Pela Educação, o Brasil tem 3,6 milhões de crianças e adolescentes fora da escola. Esse número representa cerca de 8% das crianças e adolescentes em idade escolar.

A educação inclusiva é um dos maiores desafios do sistema educacional. Desafio porque não basta apenas disponibilizar vagas nas escolas. A presença do aluno é apenas o primeiro passo e significa apenas que o aluno está na escola. Contudo, a presença não é suficiente, ele precisa participar das atividades escolares e assimilar conhecimentos. Portanto, inclusão significa o aluno estar na escola, participando, aprendendo e desenvolvendo suas potencialidades.

Considerando esses pontos, muitos países promovem o acesso à escola sem garantir a qualidade de ensino necessária para a educação inclusiva. Não é incomum a falta de capacitação dos professores, a falta de livros e material didático, além do  curto período de tempo letivo. Todos esses são, com certeza, fatores que contribuem para o aumento das probabilidades de que as crianças abandonem as escolas ou que simplesmente não aprendam.

Para conquistar uma educação inclusiva eficiente, é preciso determinar quem são as crianças excluídas e porque não estão escolarizadas. Com esses dados em mãos é possível elaborar estratégias e fazer com que os jovens prossigam seus estudos. Entretanto, é imprescindível a aplicação de políticas públicas e medidas práticas que debatam a exclusão escolar.

Nunca é pouco lembrar que a educação é um direito e responsabilidade de todos. É preciso que se cobre melhores condições na educação básica. É preciso promover políticas que garantam a escolarização dos excluídos, além de programas e práticas que permitam às crianças conseguirem bons resultados.

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